Haeckel Cabral Moraes comenta os mitos comuns sobre o preenchimento com ácido hialurônico

Diego Rodríguez Velázquez
Diego Rodríguez Velázquez
5 Min de leitura
Haeckel Cabral Moraes

Na avaliação do Dr. Haeckel Cabral Moraes, cirurgião plástico que atua em Uberaba, informações equivocadas sobre o preenchimento com ácido hialurônico, muitas vezes originadas em redes sociais e conteúdos sem respaldo científico, costumam chegar à consulta antes mesmo de qualquer esclarecimento médico. O procedimento, amplamente utilizado dentro de um contexto médico-educacional voltado à harmonização facial, continua sendo cercado de mitos que geram insegurança em quem considera realizar o tratamento. Aqui, você entenderá melhor quais mitos sobre o preenchimento com ácido hialurônico não resistem à prática clínica.

O preenchimento deixa o rosto inchado e artificial?

O aspecto artificial ou excessivamente volumizado, tão temido por quem considera o procedimento pela primeira vez, está associado a planejamento inadequado ou à escolha de um produto incompatível com a região tratada, e não ao ácido hialurônico em si. Isso porque a substância não é uniforme: existem formulações mais densas, indicadas para áreas que exigem sustentação estrutural, como a mandíbula e a região malar, e formulações mais leves e maleáveis, voltadas a áreas de maior movimentação, como os lábios e o contorno dos olhos.

Conforme aponta o Dr. Haeckel Cabral, o objetivo do preenchimento é repor volume perdido de forma estratégica, respeitando a estrutura óssea e as proporções naturais de cada rosto, e não seguir um padrão fixo de quantidade aplicada. Quando a densidade do produto é escolhida corretamente para cada região, e a quantidade respeita a anatomia individual, o resultado tende a ser discreto, a ponto de não ser percebido como intervenção estética por quem observa o paciente no dia a dia.

Haeckel Cabral Moraes
Haeckel Cabral Moraes

O resultado do preenchimento é permanente e pode ser revertido?

Diferente do que muitos pacientes imaginam, o efeito do ácido hialurônico não é definitivo, já que a substância é absorvida gradualmente pelo organismo, com duração que varia entre nove e dezoito meses, conforme a região tratada, a densidade do produto e o metabolismo individual de cada paciente. Áreas com maior movimentação muscular, como a região perioral, tendem a absorver o produto de forma mais acelerada em comparação a áreas mais estáticas do rosto, como a região malar.

Essa temporariedade é considerada uma vantagem pela especialidade, sobretudo por permitir reversão quando necessário: a enzima hialuronidase, aplicada por profissional habilitado, degrada o produto e corrige eventuais excessos ou assimetrias identificados após o procedimento. Na leitura do Dr. Haeckel Cabral Moraes, essa possibilidade de ajuste sem depender de cirurgia é o que diferencia o ácido hialurônico de substâncias permanentes, como o PMMA ou o silicone líquido, cujas complicações não têm o mesmo tipo de solução.

Preenchimento e toxina botulínica são a mesma coisa?

A confusão entre os dois procedimentos é bastante comum fora do ambiente médico, embora eles atuem de formas completamente diferentes sobre o rosto. O preenchimento com ácido hialurônico repõe volume em regiões que perderam sustentação, enquanto a toxina botulínica relaxa a musculatura responsável pelas rugas de expressão, atuando sobre um mecanismo dinâmico, e não estrutural, do envelhecimento facial.

Segundo o Dr. Haeckel Cabral Moraes, os dois procedimentos costumam ser complementares dentro de um planejamento de harmonização facial, já que tratam problemas distintos que costumam coexistir no mesmo rosto: a perda de volume e o excesso de movimento muscular repetitivo. Por isso, a combinação entre ambos é frequentemente indicada em pacientes que apresentam tanto sulcos estáticos quanto rugas dinâmicas de expressão.

Quais cuidados garantem um resultado seguro e natural?

A escolha de um profissional habilitado, com domínio da anatomia facial e experiência comprovada na técnica, é o fator mais determinante para um resultado seguro, mais relevante até do que a idade do paciente. Não existe idade mínima rígida para o uso de preenchedores, embora a busca pelo procedimento costume se concentrar a partir dos vinte e cinco anos, quando os primeiros sinais de perda de volume tendem a aparecer.

Sob a perspectiva de Dr. Haeckel Cabral Moraes, contraindicações como gestação, lactação e determinadas doenças autoimunes precisam ser investigadas antes de qualquer indicação, avaliação que deve considerar caso a caso os riscos e benefícios esperados, especialmente quando a paciente já planeja associar o preenchimento a outros procedimentos faciais. O preenchimento com ácido hialurônico segue sendo um recurso seguro e amplamente estudado quando realizado por profissionais qualificados, mas sua indicação depende sempre da avaliação individual da anatomia e das expectativas de cada paciente. 

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